Semana 21

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Há livros que devem ser provados, outros devorados, mas só alguns devem ser mastigados e digeridos.
Cornelia Funke


Ganhei esse livro a uns dois meses do meu pai, mas como estava com alguns livros separados, deixei esse para depois. Sou obrigada a admitir também que não esperava muita coisa desse livro, e frande parte disso é por causa do filme estrelado pela Miley Cyrus. 

Estava cheia de preconceito, é verdade! Eu também nunca cheguei a ver o filme completo porque a Miley me irrita com as suas atuações hoje em dia (antes que alguém fale alguma coisa, eu adorava Hannah Montana, mas com o tempo deixei de gostar da atuação dela).
Enfim, demorei, mas terminei. 

A Última Música – Nicholas Sparks.


Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virar de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciam e seu pai decide ir para a praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor os filhos passarem as férias de verão com o pai na Carolina do Norte. O pai de Ronnie, ex-pianista, vive tranquilamente na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação do pai e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda, começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo- se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade - e dor - jamais sentida. Uma história inesquecível de amor, carinho e compreensão - o primeiro amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o perdão - A ÚLTIMA MÚSICA demonstra, como só Nicholas Sparks consegue, as várias maneiras que o amor é capaz de partir e curar seu coração.


Nunca tinha lido nenhum livro do Nicholas, apesar de já ter visto os seus principais filmes: Um amor para recordar, Querido John e Diário da Paixão.

Gente, o objetivo desse cara é fazer o leitor chorar, não é? Na boa, precisa de tanta tragédia nas histórias dele?

Voltando ao livro em questão...

Muito boa a história, personagens interessantes, principalmente o Will. Gostei do fato da Ronnie ir se “ajeitando” durante o relacionamento e acho que a história estaria perfeita até ai. Só eu tive a impressão que a doença do pai da Ronnie veio para tampar buraco? Porque o pai é praticamente deixado de escanteio o livro inteiro e quando a história está dando os últimos passos, não tem mais o que ser discutido entre Ronnie/Will, aparece a história da doença do pai.

Leitura agradável, achei que o Nicholas escrevia mais voltado para um público teen e fiquei surpresa de ver o contrário. Recomendo para quem gosta de uma leitura mais dramática, mas ao mesmo tempo acho que é um livro passável. Ele não me marcou ou surpreendeu de alguma forma, então fica a critério de vocês.

Trailer do filme: 

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