Semana 9

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A verdade é mais estranha que a ficção, mas é por causa que a ficção é obrigada a lidar com possibilidades; já a verdade, não.
Mark Twain

Pode beijar a noiva.

Quando ganhamos um presente é difícil ficar longe, não é mesmo? Seja uma roupa, que você logo quer usar pela primeira vez, ou um DVD que você tem que ver aquele filme... No meu caso, quando ganho um livro, fico doida para ler. Rs
E é por isso, que mesmo ainda tendo livros sem terem sido lidos na prateleira, fiquei animada para ler logo esse.

Nunca tinha lido um romance de época da Meg Cabot e devo dizer que estava um pouco mais. Quer dizer, eu adoro a Meg, tenho todos os livros “contemporâneos” dela, mas achei que ela se perdeu um pouco na história.


Talvez seja porque esse livro é mais antigo que os outros como “O garoto da casa ao lado” ou “Garoto encontra garota” ou talvez simplesmente ela não se dê muito bem com o gênero.

A trama em si tinha tudo para ser muito interessante, mas se mostra um tanto que fraca e sem argumentos fortes por parte dos mocinhos para justificar as atitudes deles.

Já li livros de época melhores e já li livros da Meg Cabot melhores, mas pra quem gosta da autora e do gênero, vai gostar da leitura.

Apenas um homem poderia propor a ela casamento... Emma Van Court, dama de uma família londrina, jamais esperava ficar viúva e sem vintém na aldeia escocesa de Faires. E quando uma fortuna lhe foi prometida, se ela tornasse a se casar, a bela professora deparou-se com um mosaico de homens solteiros lutando por suas atenções, desde o pastor local até um detestável barão. Um doce beijo selaria aquele amor... James Marbury, conde de Denham, era moderno e sofisticado... e totalmente desacostumado às estradas lamacentas e aos telhados de palha de Faires, para onde viera depois de saber do falecimento de seu primo Stuart. E sem demora ficou exasperado ao descobrir que seu amor louco e intenso pela viúva Emma continuava tão forte quanto antes. Diante de tantos homens solteiros que a cortejavam, James encontrou uma única solução: oferecer-se como marido temporário para Emma... mesmo que secretamente ele desejasse fazer seus votos durarem para sempre.


Semana 8

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Em uma boa biblioteca, você sente, de alguma forma misteriosa, que você está absorvendo, através da pele, a sabedoria contida em todos aqueles livros, mesmo sem abrí-los.
Mark Twain

Resolvi dar um tempinho de romances mais adultos e principalmente históricos. Essa semana eu voltei aos primórdios e peguei emprestado um livro da minha irmã que eu nunca me dignei a ler.

Alguém aqui já leu Poderosa do Sérgio Klein?

O pai e a mãe estão se separando, o irmão caçula é o garoto mais implicante do planeta e a avó passa os dias na cama, descascando a parede com as unhas, sem saber o que acontece ao redor. É este o habitat de Joana Dalva, que aos 13 anos sonha em ser escritora. Tudo o que ela desejava era criar histórias que distraíssem os futuros leitores, mas um dia faz uma redação sobre a quase xará Joana d Arc e provoca uma reviravolta na História. Se uma simples redação podia mudar o passado, por que não usar a literatura para consertar o presente Joana Dalva não hesita em converter a ficção em realidade. O problema é que cada texto produz conseqüências imprevistas, dando origem a outros textos que trazem novos problemas. E o jogo de gato e rato acaba escapando do controle. Para participar desse jogo, não é preciso ter a idade de Joana Dalva nem sentir na pele os conflitos e as espinhas da adolescência. Este romance de Sérgio Klein destina-se a todos os que ainda acreditam no poder transformador das palavras.

Bem, acho que o resumo do livro explica tudo, não é? Preciso falar mais alguma coisa?

O Sérgio, autor do livro, me surpreendeu em alguns sentidos. Primeiro por retratar tão bem o mundo feminino de uma adolescente de treze anos, embora nenhuma garota nessa idade falaria do jeito que a sua personagem, Joana Dalva, fala.

Outro ponto também é pela temática da história, que já se torna interessante desde o início. Afinal, que garota não gostaria de mudar o passado, presente e futuro? Eu gostaria!

A história pode ser considerada meio infantil, mas é esse o propósito, pois se trata de um livro direcionado ao público adolescente. Esse livro também faz parte de uma coleção, que se eu não me engano tem cinco volumes.

Recomendo o livro para qualquer um que queria presentear uma filha/afilhada/sobrinha, pois se trata de uma leitura leve, agradável e apropriada para alguém de oito a quatorze anos.

Obs – Achei essa informação na interney, mas não sei dizer se é verdadeira ou não.
“O primeiro livro da série Poderosa (indicada para o prêmio Jabuti) teve os direitos vendidos para o cinema e foi lançado na Espanha, na Galiza, no México, na Bulgária e na Itália.”

Presente de Páscoa

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É tão bom um livro novo, não é mesmo? Principalmente se for um presente e não comprado com o seu precioso dinheirinho!

O dia da Páscoa virou O dia que saímos de nossa dieta, nos acabamos no chocolate e ficamos deprimidas na segunda-feira seguinte arrependidas, pensando que todas aquelas calorias que ingerimos foi parar nos quadris.

Bem, comigo é um pouco diferente porque eu não curto muito chocolate. Eu até gosto, mas sabe, prefiro um pedaço de torta ou bolo, enfim doces em geral. Tirando chocolate, é claro!


Aqui em casa, como de costume (costume que só apareceu depois que as crianças cresceram e perderam o direito de ganhar ovos e mais ovos de chocolate), fizemos um Amigo Oculto.


E o que eu pedi? Um livro! E qual eu ganhei? Pode beijar a noiva da Patricia Cabot.

Para quem não sabe, como eu não sabia antes de começar esse blog, a Meg Cabot, no começo da carreira de escritora escreveu seus primeiros livros usando o pseudônimo de Patricia Cabot. Ela hoje não escreve mais usando esse novo, mas os livros continuam sendo traduzidos e comercializados.

Então, para o AO na família fiz uma lista com livros que gostaria de ganhar e a pessoa que me tirou escolheu esse. Mas devo ganhar outro livro porque meus pais vão viajar (essa história eu conto depois).

Então, já sabem que em algum momento vai ter uma resenha sobre esse livro da Patricia Cabot e assim, só depois de lê-lo, vou poder fazer algum comentário mais profundo sobre o mesmo.

Semana 7

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                Eu sempre imaginei que o paraíso deve ser algum tipo de biblioteca.
                                                                               Jorge Luis Borges


Bram MacKinloch passa sete anos em cativeiro, mas quando vê uma oportunidade, escapa. E vai parar justamente onde sua noiva estava (conveniente, não?). 
Nairna MacPherson (que eu cismei em chamar de Nárnia) foi abandonada na sua lua de mel por Bram. Anos se passaram, e ao acreditar que o antigo amor estava morto, se casa novamente. Agora viúva, descobre que Bram está vivo e nada mais pode os separar. É claro, se as lembranças de Bram no cativeiro não atrapalharem tudo.

Primeiro romance histórico que leio ambientado na Época Medieval. É meio estranho e a princípio você não curte muito, mas depois se acostuma. Não tenho muito o que falar da época porque o livro não se aproveita muito disso. O período Medival entra nessa história apenas como um coadjuvante meio apagado diante do trauma de Bram por ter passado tanto tempo em cativeiro e pela luta de trazerem o irmão dele de volta.

Ah, uma coisa que achei muito bizarra foi a construção da casa do Bram e da Nairna. Eles simplesmente pegavam as pedras e empilhavam uma em cima da outra. Construir casas na época era mais complexo do que isso! As pedras se encaixavam completamente e perfeitamente, eram construções rústicas, mas resistentes, tanto que ainda hoje encontramos exemplares bem preservados do período Medieval na Europa. Enfim, deixo aqui minha indignação quanto a essa parte do livro.

Um ponto que achei interessante nesse livro é que ambos os protagonistas descobrem juntos o prazer. Bram por nunca ter estado com uma mulher antes e Narnia, apesar de já ser viúva, nunca ter sendo prazer com o ex-marido. Esse é o primeiro livro que leio que o homem não é retratado como um homem galante, que gosta de seduzir mocinhas e que já ficou com metade das mulheres de sua cidade. Mas apesar da inexperiência, também não podemos dizer que Bram é inocente ou que não sabe o que está fazendo.

Ele vai exigir a noite de núpcias que jamais tiveram! Bram MacKinloch passou sete anos, longos e torturantes, em cativeiro. Durante esse tempo, apenas três pensamentos o faziam resistir: cultivar sua força bruta, alimentar a sede de vingança e manter viva a memória do belo rosto de sua noiva. Ao rever seu marido após tanto tempo, Narnia ficou totalmente paralisada pelo choque de um encontro inesperado. As cicatrizes sobre o corpo de Bram revelavam o quanto sofrera em cativeiro, enquanto a fome em seus olhos provocava chamas de desejo. Porém, muitas coisas mudaram desde seu inocente casamento… Os guerreiros do clã MacKinloch estão sempre prontos para lutarem até o fim pela sua terra… e pelos seus amores!  

Novas aquisições

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Estou para escrever esse post a algumas semanas, mas fico enrolando, enrolando...
Então, no final de fevereiro, depois de comprar dois livros em um sebo do RJ, acabei me empolgando e gastando meu dinheirinho no site da harlequin books.

Minhas novas aquisições foram: Aposta no Amor da Candace Camp, Relação Perigosa da Candace Camp, Audácia da Candace Camp, Os irmãos Buckhorn – Sawyer da Lori Foster e Desejo nas terras altas da Michelle Willingham.

Como podem notar, desses livros eu já li Relação Perigosa, tanto que já escrevi um post sobre o livro. Esta semana peguei para ler Desejo nas terras altas, estou quase acabando, mas posso dizer desde já que estou adorando esse livro!